26/05/13

Vidas em paralelo

Ontem houve um assalto à porta do escritório. Dois homens atacam outros dois, que tinham acabado de estacionar a carrinha de uma empresa de bebidas à porta do banco onde se preparavam para ir depositar dinheiro que tinham recebido dos clientes.
Como num filme, vejo passar os dois matulões a correr e com as mãos carregadas de coisas, que não percebo logo o que é. Mas percebo logo, como aquelas velhas rezingas que sabem tudo e só vêem maldade nas coisas todas, que não fogem por coisa boa.
Mais acima, notas esvoaçam pela rua, carregada de gente disponível para ajudar os dois rapazes assaltados e agredidos. 
"Agora estamos tramados..."

24/05/13

ah!

Já inaugurámos a Feira do Livro, ontem à noite, depois de um piquenique no Parque. Os miúdos vieram carregados de livros, felizes e contentes.

Cenas funcionais

Isto não é para meninos.
Um litro e meio de água (para uma ecografia) chega à bexiga uma hora depois da hora a que devia ter chegado - em pleno trânsito não-mexe, pára-arranca na Segunda Circular. Há direito?

21/05/13

Adoro quando inventam palavras giras

Para a miúda:

Estendal é espardal - que faz imenso sentido, especialmente para quem viva numa região onde há pardais.

Telenave é a maneira de escrever telemóvel - que faz imenso sentido, porque aquilo transporta-nos para o pé das pessoas de quem gostamos.

Há lá coisa mais amorosa?

20/05/13

Umas horas em Aveiro

Temos pouco tempo, vamos ao melhor.
O ponto de partida é a Confeitaria Peixinho, à frente do Hotel Palace, bem no centro, o melhor sítio para comer ovos moles de Aveiro do mundo. Trazemos recargas para a viagem até Lisboa, para os meus pais e para uns amigos que andam a precisar de coisas doces.


Atestados com os ditos, damos umas voltas pelas ruas simpáticas da bonita cidade, que está cheia de turistas. Vamos ver o mercado, percorrer ruas ao lado da Ria, ver casas giras.

Dá para irmos ao Farol da Barra - o segundo mais alto da Península Ibérica, como diz o meu primo com quem vamos ter. Não dá para muito mais.

Para a próxima havemos de ir visitar o Museu da Arte Nova - uma paixão antiga dos tempos da faculdade, coincidente com uma exposição de Mucha na Gulbenkian.